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quarta-feira, 3 de março de 2010

UNI - REIS DE PORTUGAL - 3ª DINASTIA - 19 - D. FILIPE I - O PRUDENTE

Filipe I, o Prudente, foi o primeiro dos três reis espanhóis de Portugal. Foi jurado rei em 1581, em Tomar, e a sua legitimidade advinha de ser neto de D. Manuel I. Quando foi jurado rei comprometeu-se a respeitar os usos, os costumes e os privilégios dos portugueses, mantendo as coroas dos dois países separadas. Em 1583 deixou Portugal e não mais regressou. Foi na política externa que mais se sentiram os efeitos de Portugal ter um rei espanhol, passando o Império português a ser sistematicamente atacado pelos inimigos da Espanha. A participação dos navios portugueses na Invencível Armada viria a ser catastrófica, pois a derrota sofrida deixou a nossa marinha quase inoperacional.

UNI - REIS DE PORTUGAL - 3ª DINASTIA - 20 - D. FILIPE II - O PIO

Filipe II, o Pio, sucedeu a seu pai no trono português. Foi um homem sem qualquer preparação para reinar o vasto Império espanhol, e preocupava-se mais com regras de etiqueta do que com a governação. De facto, essa preocupação viria a revelar-se fatal para este monarca. Foi durante o seu reinado que o mito do sebastianismo mais se difundiu, como forma de manter vivo o espírito de independência. Filipe II passou em Portugal apenas alguns meses do seu reinado.

UNI - REIS DE PORTUGAL - 3ª DINASTIA - 21 - D. FILIPE III - O GRANDE

Filipe III, o Grande foi o último dos reis espanhóis a governar Portugal. Quando subiu ao trono, com apenas 16 anos de idade, confiou o governo a gaspar de Guzmán, que, sentindo que a Espanha perdia dominio sobre as suas possessões, resolvel encetar uma série de reformas. Para Portugal foi escolhida como vice-rainha a duquesa de Mântua, tendo sido escolhido como secretário o seu válido português Miguel de Vasconcelos. Com o aumento das contribuições exigidas aos portugueses e a "despromoção" do reino a mera província espanhola, o sentimetno de revolta começou a aumentar, tendo culminado na restauração da independência a 1 de Dezembro de 1640. Era o fim do domínio espanhol e o início da quarta dinastia, a de Bragança.

 
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