“Estamos cercados por infindáveis formas belíssimas e fascinantes, e não é por acidente, e sim uma consequência direta da evolução pela seleção natural não aleatória — única na vida, o maior espetáculo da Terra.” Não há interpretações alternativas para a existência da vida neste planeta. Richard Dawkins decidiu escrever um livro para defender essa tese e convencer a todos — sem exceção — de que Darwin tem razão. Depois de oito obras que revolucionaram o pensamento evolucionário, ele traz a público o que chama de seu “elo perdido”, ligando todos os seus escritos: uma síntese pessoal das evidências científicas de que a evolução é, mais do que uma teoria, um fato estabelecido.
As evidências da evolução são tão válidas e irrefutáveis quanto, por exemplo, as evidências históricas de que existiu o Império Romano: “Também os seres vivos trazem a história escrita em todo o corpo. São repletos de equivalentes biológicos das estradas, muralhas, monumentos, cacos de cerâmica e até inscrições antigas romanas, tudo esculpido no dna vivo, pronto para ser decifrado por estudiosos”. Para Dawkins, a visão da vida pelo prisma da evolução guiada pela seleção natural é grandiosa, sublime, e ele não mede esforços para levar o leitor a compartilhar seu arrebatamento. Nem para fulminar com argumentos inatacáveis e humor sarcástico as ideias dos que tentam defender interpretações sucedâneas — vale dizer, os “criacionistas da Terra Jovem”, para quem os seres vivos foram criados por volta de 10 mil anos atrás, e os proponentes do design inteligente, que até acreditam que houve evolução, porém graças a um empurrãozinho divino.
Dawkins mostra-se, como sempre, incomparável na arte de traduzir a ciência para não especialistas. Em sua prosa premiada, a embriologia, o sequenciamento do código genético e o sistema de genes/proteínas que rege a vida ganham clareza e, mais do que isso, fascínio. Suas analogias e metáforas invariavelmente se tornam clássicas. Quem mais pensaria em recorrer à técnica do origami, aos métodos de Sherlock Holmes, a uma sátira do Monty Python e até a um balé aéreo de um bando de estorninhos para elucidar o mecanismo da evolução?
Idioma: Inglês
Páginas: 585
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As evidências da evolução são tão válidas e irrefutáveis quanto, por exemplo, as evidências históricas de que existiu o Império Romano: “Também os seres vivos trazem a história escrita em todo o corpo. São repletos de equivalentes biológicos das estradas, muralhas, monumentos, cacos de cerâmica e até inscrições antigas romanas, tudo esculpido no dna vivo, pronto para ser decifrado por estudiosos”. Para Dawkins, a visão da vida pelo prisma da evolução guiada pela seleção natural é grandiosa, sublime, e ele não mede esforços para levar o leitor a compartilhar seu arrebatamento. Nem para fulminar com argumentos inatacáveis e humor sarcástico as ideias dos que tentam defender interpretações sucedâneas — vale dizer, os “criacionistas da Terra Jovem”, para quem os seres vivos foram criados por volta de 10 mil anos atrás, e os proponentes do design inteligente, que até acreditam que houve evolução, porém graças a um empurrãozinho divino.
Dawkins mostra-se, como sempre, incomparável na arte de traduzir a ciência para não especialistas. Em sua prosa premiada, a embriologia, o sequenciamento do código genético e o sistema de genes/proteínas que rege a vida ganham clareza e, mais do que isso, fascínio. Suas analogias e metáforas invariavelmente se tornam clássicas. Quem mais pensaria em recorrer à técnica do origami, aos métodos de Sherlock Holmes, a uma sátira do Monty Python e até a um balé aéreo de um bando de estorninhos para elucidar o mecanismo da evolução?
Idioma: Inglês
Páginas: 585
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1 comentários:
exceto por esses livros, exceto pelo gene egoísta, nao serem de darwinismo, ótimo.
richard dawkins é militante ateísta. darwinismo não é sinônimo.
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